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O município de Tailândia, nordeste paraense, realizou neste domingo (31/08), a Cavalgada 2025, mantendo a tradição do “peão e rodeio” no município, mas ao mesmo tempo dividindo a grandiosidade de ser considerada uma das maiores da região, com a falta de organização do desfile e os maus tratos visíveis.
Orgulho
Ninguém aqui defende o fim da cavalgada, mas dá pra fazer o evento no calendário cultural do município, reunindo milhares de cavaleiros, amazonas e as suas montarias, comitivas e famílias inteiras em um grande desfile pelas ruas da cidade, em convivência equilibrada com os protocolos de bem-estar animal do Brasil e do Mundo, fazendo Tailândia uma referência, um orgulho. E dá para fazer isto!
Tradição: esportiva, cultural e de saúde
Práticas esportivas, culturais e de saúde em equilíbrio com atividades como a equoterapia promovendo o desenvolvimento biopsicossocial e a saúde de pessoas com deficiências físicas, TEA, transtornos emocionais e outras necessidades especiais como práticas cidadãs.
“Empurra-Empurra”
Outro problema costumeira no “day after” das cavalgadas é o abandono dos animais nas ruas de Tailândia. Nesta ocasião, o dono “não é dele mais a montaria”, ele some, ficando o eterno “empurra-empurra” das secretarias de agricultura e de meio ambiente para saber qual é o setor responsável em devolver o coitado do animal ao seu “dono” ao final da festa, quando todo mundo sabe que quem faz isso: é a prefeitura.
Demutran
Neste meio tempo, o animal já revirou o lixo da cidade ou provocou meia dúzia de acidentes de trânsito, outra situação complicada, pois o Demutran vai aplicar a multa em quem? No cavalo? Porque muita gente acha que a responsabilidade é do Demutran, faz parte, mas não é só do departamento de trânsito.
Poisé!
Não queremos o fim o fim da cavalgada, mas um novo brilho a principal estrela desta Cavalgada: o cavalo, a égua, o burrico, o boi, enfim quem faz a festa!
