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A empresa Mejer Agroflorestal, que em seu tempo foi modelo de desenvolvimento econômico regional e parte do patrimônio produtivo do município de Bonito, no nordeste paraense, atravessa um dos momentos mais delicados de sua história.

Considerada uma das gigantes da produção de dendê no Estado, a empresa mantém a extratora paralisada enquanto toneladas de frutos se perdem no pátio e dezenas de trabalhadores aguardam, com apreensão, uma definição sobre a retomada das atividades.

Por muitos anos a empresa foi referência na geração de emprego e renda para a população local. Recentemente a Mejer recorreu ao Poder Judiciário em meio a um impasse interno que divide o grupo empresarial. De um lado, há quem defenda a venda da empresa e o encerramento das operações. De outro, cresce a mobilização em favor da reabertura da indústria e da preservação de uma cadeia produtiva considerada essencial para a economia da região.

O impacto com a paralisação prolongada é sentido em toda a cadeia do dendê, que envolve produtores, trabalhadores diretos e indiretos, transportadores e o comércio local. A cada dia de inatividade, aumentam as perdas econômicas e a incerteza sobre o futuro de centenas de famílias que dependem da atividade.

Emprego e Produtividade

Diante do cenário de incerteza, a expectativa da comunidade é de que o poder público acompanhe de perto o caso e atue como mediador para uma solução que preserve empregos e mantenha a atividade produtiva em funcionamento.

Informações Roma News