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O máximo que a Academia do Oscar poderia ceder ao Brasil, o filme de Walter Salles começa no início da década de 1970, onde o Brasil enfrenta o endurecimento da ditadura militar.
Um dia, Rubens Paiva (Selton Mello) é levado por militares à paisana e desaparece. Eunice (Fernanda Torres), cuja busca pela verdade sobre o destino de seu marido se estenderia por décadas, é obrigada a se reinventar e traçar um novo futuro para si e seus filhos.
Merecidíssimo e necessário resgate da memória. O filme não faz apenas um corte na história do Brasil, mas afirma a família como espaço acolhedor, inclusivo e histórico.
