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Segundo dados do IBGE, feitos com base no Censo Demográfico 2022, a taxa de analfabetismo entre pessoas com deficiência (PcD’s), com 15 anos ou mais, em 2022, era quatro vezes maior que a de pessoas sem deficiência. São quase três milhões de analfabetos entre as pessoas com deficiência, cerca de 21%. Já a taxa de analfabetismo entre as PcD foi de cerca de 5%.

Pelos dados do IBGE, penas 7% das pessoas com deficiência concluíram o ensino superior, contra 19% das pessoas sem deficiência; Já 63% das pessoas de 25 anos ou mais, com deficiência, não tinham instrução ou completado o ensino fundamental. Entre as pessoas sem deficiência, essa proporção era quase a metade: cerca de 32%.

Sobre o Transtorno do Espectro Autista, cerca de dois milhões e meio de pessoas, ou 1,2% da população, declararam ter recebido diagnóstico por algum profissional de saúde. A taxa de escolarização da população com autismo foi de 37%, maior que a da população geral, de 24%.

Em 2022, mais de 14 milhões de pessoas no Brasil foram registradas com deficiência, sendo mais de oito milhões mulheres, e seis milhões homens. O número total de PcDs corresponde a quase 7% da população registrada naquela época, de 203 milhões de habitantes. Em 16% dos domicílios recenseados em 2022 havia pelo menos um morador com deficiência. A dificuldade mais frequente foi a de enxergar, relatada por cerca de oito milhões de pessoas.

Fatores

Os fatores desde “atraso” nos estudos se dão pela incompetência do poder público de implementar políticas públicas de acessibilidade nas escolas e nas vias de pedestres para cadeirantes, no transporte escolar, capacitação e valorização dos profissionais em educação, sobretudo na primeira infância, com apoio da Libras e do Braile, em creches e na educação infantil, ampliar as políticas de renda mínima de apoio às famílias, através do governo federal.

Informações Agência Brasil