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O Estado do Pará tem agido em resposta à Crise Nacional de intoxicação por metanol, seguindo as diretrizes e os planos de contingência do governo federal. O plano de contingência específico será usado pelo estado para contaminações em geral por metanol, a atuação paraense se concentrou na área da saúde pública e na fiscalização de bebidas alcoólicas. 

As principais ações do governo do Pará incluem:

Fiscalização de bebidas: 

Em outubro de 2025, a Secretaria de Estado de Segurança Pública e Defesa Social (Segup) e a Polícia Civil coordenaram ações de fiscalização em mais de 15 estabelecimentos em Belém. O objetivo é evitar a venda de bebidas alcoólicas adulteradas e prevenir novos casos de intoxicação.

Recebimento de antídotos: 

O estado recebeu a primeira remessa do medicamento fomepizol, um antídoto para intoxicação por metanol, enviado pelo Ministério da Saúde. O medicamento faz parte do plano federal de enfrentamento da crise, e a distribuição aos estados garante a resposta rápida em caso de necessidade.

Monitoramento da situação: 

Em outubro de 2025, a Secretaria de Estado de Saúde Pública (Sespa) informou que o Pará não possuía casos de intoxicação por metanol. Contudo, a atenção foi redobrada com a intensificação da fiscalização e o preparo para qualquer eventualidade.

Orientações federais: 

O Pará, assim como outros estados e municípios, recebeu orientações da Sala de Situação Nacional, criada pelo governo federal para monitorar os casos. Essas diretrizes incluem procedimentos para atendimento, notificação e tratamento de intoxicações por metanol. 

Informações Agência Brasil