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A estrutura, construída há mais de 20 anos, sofreu desgaste acelerado nos últimos anos com a passagem constante de caminhões carregados de minério e boiadeiros pesados, mesmo após ter sido oficialmente interditada pela Prefeitura de Parauapebas em janeiro deste ano, corre o risco de colapsar.
Por meio de vídeos enviados por um motorista que trafega quase diariamente por aquela vicinal, é possível identificar rachaduras, partes de concreto destruído e colunas expostas e corroídas.
Relatos
Quem vive na região sabe que o problema ficou fora de controle. A interdição nunca foi respeitada e a ponte continua recebendo, diariamente, dezenas de veículos de grande porte. O motorista Luiz Carlos Dias, que transporta gado toda semana de fazendas daquela região para um frigorífico em Marabá, relata que cerca de trinta caminhões atravessam o trecho todos os dias, alguns deles com carga estimada em até 40 toneladas, muito acima do que a estrutura suporta. “Passam muitos caminhões com minério clandestino por aqui e isso pressiona muito a ponte”, diz o motorista.
Informações Correio de Carajás
