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alta anual é definida pela Câmara de Regulação de Mercado de Medicamentos (Cmed), que prevê aumento médio de 1,95%, ou seja, abaixo da inflação medida pelo Índice de Preços ao Consumidor Ampliada (IPCA), de 3,81%, nos últimos 12 meses.

O reajuste depende de aval do governo federal e, caso entre em vigor com tais índices, o aumento nos preços não é automático nem imediato remédios de maior concorrência no mercado deverão elevar os preços em até 3,81%. Aqueles classificados no nível 2, considerados intermediários de concorrência, poderão aplicar alta de 2,47%. Os de menor concorrência poderão ajustar os preços em até 1,13%.

Até terça-feira (31/3)

Segundo a Lei nº 10.742, de 2003, medicamentos fitoterápicos, isentos de prescrição de alta concorrência no mercado e homeopáticos não precisam seguir a regra de reajuste anual. A resolução da CMED com os porcentuais deverá ser publicada até esta terça-feira (31/3).

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